Paralelos

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Uma pausa : )


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Stud Book Brasileiro

Só para terminar o que escrevi sobre a Raça BH anteriormente, encontrei um artigo, que define corretamente a formação da raça...

Analisando os dados do Stud Book Brasileiro do Cavalo de Hipismo, correspondentes a julho de 1977 a setembro de 1998. O arquivo final continha 19.303 eqüinos, 11.508 da raça Brasileira de Hipismo (BH) e 7.795 de raças formadoras.

Vinte raças foram utilizadas na formação do BH, sendo as principais:

BH (22,5%), animais sem genealogia conhecida (21,9%), PSI (15,0%), Hanoverana (8,1%),
Westfalen (5,2%),
Holsteiner (4,8%), Trakehner (4,1%).

Registros foram feitos em 14 estados da Federação, 76% deles em São Paulo.
Número máximo de gerações encontrado foi de 3,12 (um animal), 59,7% dos animais na geração base e 24,1% na geração 1,5.
O intervalo médio de gerações foi de 9,9 anos, 10,4 para garanhões e 9,3 para éguas.
O Ne foi de 253 animais e os coeficientes de endogamia observado e esperado foram próximos de zero...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O patriotismo equino!

Puro Sangue Inglês
Puro Sangue Árabe...

e nós também temos o nosso!...Brasileiro de Hipismo - BH


Os cavalos de esporte da raça BH, com aptidão principalmente para as provas equitação, não diferente de todo o povo brasileiro, provém da miscigenação de muitas raças...


O cavalo de sela brasileiro, foi desenvolvido a partir do cruzamento das raças mais aptas aos esportes hípicos, principalmente o puro sangue inglês, o hanoveriano, o westfalen, o holsteiner e o trakehner, entre outros.

Em 1977, foi fundada Associação Brasileira de Criadores do Cavalo de Hipismo (ABCCH), com o objetivo de formar e promover a raça brasileira de hipismo. A associação é reconhecida pelo Ministério da Agricultura como a entidade responsável pelo serviço de Registro Genealógico (SRG), o studbook das raças utilizadas para a prática do hipismo no país.

Com o estabelecimento da associação, iniciaram-se os cruzamentos a partir de garanhões importados ou nacionais, como aptidão reconhecida para os esportes hípicos (especialmente o salto de obstáculos, mas também adestramento, cce e pólo) com éguas nacionais, com ou sem genealogia reconhecida, mas que apresentassem as características funcionais e morfológicas necessárias para esses esportes.

Para ser registrado como BH, o cavalo deve resultar do cruzamento entre animais de raças aprovadas pelo studbook brasileiro, além de passar por uma análise de conformação e desempenho.

A formação da raça brasileira de hipismo ainda se encontra em andamento, e o grande número de raças utilizado na formação do BH, por resultar num coeficiente de endogamia próximo a zero, possibilita a implantação de vários programas para o melhoramento genético da raça no país...

Mais? http://www.brasileirodehipismo.com.br